Transição Socialista
   

Centro de Formação Negação da Negação


15.10.2007 - Produções teóricas

O negativo em Marx

Publicamos importante texto do prof. Hector Benoit sobre o conceito de negativo em Marx, fundamental para suas análises políticas, filosóficas, econômicas e históricas, e cujos antecedentes na filosofia se localizam em Platão. Em Marx como no filósofo grego, a categoria de não-ser não se confunde com o nada nem pode ser gerada a partir dele (como acontece em Hegel), mas é utilizada como antítese, ou seja, sempre como uma relação contraditória entre dois gêneros: nas palavras de Hector, “o negativo em Marx não é nenhuma categoria metafísica, mas sim, uma região antitética e contraditória determinada, aquela do transpassar histórico da luta de classes.”


11.12.2006 - Produções teóricas

Lições do golpe de 1973 no Chile

Texto do antigo Comitê Internacional da Quarta Internacional, escrito em 18 de Setembro de 1973 1. Introdução Relembramos agora os eventos que levaram o general chileno Augusto Pinochet ao poder em 1973. O golpe no Chile foi um dos episódios mais trágicos que resultaram das ações do stalinismo e do […]


26.10.2005 - Produções teóricas

O conceito de transição ou receitas do futuro?

Publicamos texto do prof. Hector Benoit sobre a noção de transição em Marx, que destaca como esta noção está associada, sobretudo, com o problema da passagem do modo de produção capitalista para o socialismo, da transição do presente para o futuro por meio da superação das contradições que estão postas na realidade: o estudo das leis que regem o capitalismo está orientado no sentido da negação de tal presente, e não em uma especulação sobre como o futuro supostamente deveria ser. Assim, mostra Benoit como esse aspecto do pensamento de Marx está muito distante das descrições fantásticas do sistema social do futuro, características dos socialistas utópicos, da sociologia e dos seus epígonos.


01.09.2004 - Centro de Formação Negação da Negação Textos Fundamentais

O Programa de Transição de Trotsky e a América

Seguindo a série de postagens na semana dos 80 anos do assassinato de Trotsky, decidimos publicar um dos nossos textos fundamentais: a seminal compreensão materialista da América.


09.09.2000 - Textos Fundamentais

Sobre o desenvolvimento (dialético) do Programa

O Capital de Marx se desenvolveu a partir da estreita vinculação com a luta histórica da classe trabalhadora e, em certo sentido, constituiu-se como a expressão teórica da consciência de classe da classe trabalhadora.


20.02.1998 - Produções teóricas

Teoria (dialética) do partido ou a negação da negação leninista

O texto retoma a experiência da organização partidária desde as origens do movimento operário – período caracterizado pelas organizações de caráter conspiratório e que funcionavam essencialmente na ilegalidade –, passa pela transformação das organizações de trabalhadores em organizações de massa – que, por sua vez, foi acompanhada de uma adaptação à legalidade burguesa – até chegar à experiência conduzida por Lênin na Rússia que rompe com as limitações dessas formas organizativas predecessoras em uma síntese superior, que combina o trabalho ilegal com o ilegal e que está assentada, por sua vez, na própria dialética revolucionária de Marx, expressa no Capital.


01.01.1998 - Textos Fundamentais

A luta de classes como fundamento da história

Esta frase, aqui citada como epígrafe, abre a primeira parte do Manifesto Comunista. Provavelmente, durante estes últimos 150 anos agora celebrados, esta é a proposição mais criticada deste texto e, assim, aquela que, para muitos, representaria melhor o afastamento de Marx em relação a nós, o seu envelhecimento inevitável, o caráter relativamente efêmero e já superado de, ao menos, esta “pequena” fração do seu pensamento. As críticas a esta proposição são construídas tanto a partir de argumentos do passado como do presente.


01.01.1996 - Textos Fundamentais

Sobre a crítica (dialética) de O Capital

Hector Benoit Em sua forma mistificada, a dialética foi um modismo alemão porque parecia transfigurar o existente. Em sua configuração racional, para a burguesia e para os seus doutrinários porta-vozes, a dialética é um escândalo e um horror, porque ela na positiva compreensão do existente contém, ao mesmo tempo (zugleich), […]