Unifesp, campus Guarulhos: grades e muros rodeiam a
universidade dita de “Humanidades”, câmeras, seguranças terceirizados, festas
proibidas, proibida a venda e consumo de bebida no campus – até mesmo na
calourada –, proibida a colagem de cartazes.
Não bastasse esse clima geral de prisão, no apagar das
luzes de 2009, o Centro de Vivência do nosso Centro Acadêmico ainda foi fechado
a mando do diretor Marcos Cézar. Sem nenhuma consulta aos estudantes, ele
emitiu um comunicado – isso mesmo, COMUNICADO – dizendo que o espaço será
fechado, e, ao mesmo tempo, pressionou os trabalhadores terceirizados da
empresa Proguaru para fecharem todas as entradas do espaço dos estudantes que
dão acesso para o campus da universidade.
Hoje está claro para todos os estudantes o projeto da
burocracia da Universidade: ruínas dentro das salas de aulas, repressão para
impossibilitar os estudantes de se organizarem fora delas.
Respondemos ao burocrata Marcos Cézar:
É PROIBIDO PROIBIR!
Abaixo a repressão! Abaixo as proibições!
Pela Universidade Livre! Pelo Território Livre!
fale!
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